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domingo, 28 de novembro de 2010

A caminho do Castelo dos Mouros

O Castelo dos Mouros é o único sítio da Idade do Bronze que era conhecido na Arrábida até recentemente... Atendendo à vegetação densa que caracteriza a área em questão, explorámos as várias possibilidades de acesso, até que, finalmente, descobrimos um caminho relativamente fácil; é possível, de resto, que estejamos perante o primitivo acesso ao povoado proto-histórico...




Cabeço dos Caracóis

Nova visita de reconhecimento ao povoado calcolítico do Cabeço dos Caracóis. Destaca-se a observação de alguns alinhamentos de blocos que podem corresponder a restos de muralha. 



Alambre avulso

Dois achados avulsos, nas proximidades do Parque Ambiental do Alambre: lascas de sílex, correspondendo certamente a uma ocupação mais ou menos difusa da área.


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Monjes arrábidos

Restos de construções, camuflados de verde mato, que apontam para a forte presença eremítica na serra da Arrábida.



terça-feira, 25 de maio de 2010

Carta Arqueológica de Setúbal - assinatura do protocolo


Na passada 2.ª Feira, dia 24 de Maio de 2010, foi assinado em Setúbal, no Salão Nobre dos Paços Concelho, o protocolo com vista à elaboração da “Carta Arqueológica, na área da Serra da Arrábida do Concelho de Setúbal”.

No evento estiveram presentes, entre outros, o Senhor Secretário de Estado da Cultura, Dr. Elísio Costa Santos Summavielle, o Senhor Governador Civil de Setúbal, Juiz Desembargador Manuel Macaísta Malheiros, a Senhora Presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Dr.ª Maria das Dores Meira, o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Arquitecto Augusto Pólvora, o Senhor Director da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Prof. Doutor Luís Jorge Gonçalves, o Senhor Vice-Presidente do IGESPAR, Prof. Doutor João Pedro Cunha Ribeiro, além do Coordenador Científico do projecto, Prof. Doutor Manuel Calado.



Ao futuro da Arrábida Antiga...

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Arrábida: Alentejo Central

Poema do poeta da Arrábida, Sebastião da Gama, para a Poetisa do Alentejo

Florbela

(em sua memória)

Sou eu, Florbela! Aquele que buscaste.
Falam de mim Teus versos de Menina.
Tua boca p'ra mim se abriu, divina,
mas foi só o Luar que Tu beijaste.

Hás-de voltar, Florbela!… Em débil haste,
por entre os trigos cresce, purpurina,
a mais fresca papoila da campina
que, só por me veres, não cortaste.

Eu tenho três mil anos: sou Poeta.
Surgi dos lábios secos dum asceta,
de uma oração que Deus deixou de parte.
Redimi tantos corpos, tantas vidas

neles vivi, que sinto já nascidas
asas com que subir para alcançar-Te
(…)


Arrábida, 6-11-1943



(«Revista Alentejana»)