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domingo, 29 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Parque Arqueológico da Arrábida
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Cerro da Villa - Arqueologia & Arte
sábado, 30 de julho de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
segunda-feira, 16 de maio de 2011
SONS DA PRÉ-HISTÓRIA // SOUNDS FROM PRE-HISTORY
CURSO-LIVRE | OFICINA DE ARQUEOLOGIA EXPERIMENTAL
WORKSHOP ON EXPERIMENTAL ARCHAEOLOGY: from clay to skin - construction of instruments based on pre-historic models
Do barro à pele: construção de tambores baseados em modelos pré-históricos
INTRODUÇÃO
Convidando para uma visita à criatividade de um tempo distante, a ANIMUSIC propõe um curso-livre sobre a construção de instrumentos pré e proto-históricos, aproveitando o longo fim-de-semana que engloba o Dia de Portugal. É uma oficina essencialmente prática, em que os participantes conhecem diferentes processos de moldagem do barro e fazem o seu próprio vaso (sem fundo), em que se constrói o forno para a cozedura dos vários objectos (incluindo algumas pequenas flautas e trompas), em que se prepara a pele com lascas de pedra, em que se aprende a fazer fios e cordas com técnicas primitivas e em que se finalizam os tambores esticando as peles sobre o vaso com métodos diversos. O curso tem a duração de quatro dias, num total de 24 horas, e, tempo permitindo, é quase totalmente realizado ao ar livre. A formação é oferecida pelo Professor François Moser, francês com larga e intensa carreira em arqueologia experimental, sendo aberto a todas as idades, independentemente da sua ligação profissional. A data limite de inscrição é nos finais de Maio – existindo um número limitado de 20 vagas que, por experiências anteriores, são preenchidas com antecedência, é por isso facultada uma lista para suplentes. O preço do curso (80€, 70€ para membros da ANIMUSIC) inclui o material, todo o processo de fabricação e aprendizagem de variadas técnicas relacionadas com arqueologia experimental, bem como a oferta dos tambores construídos pelos participantes. O curso realiza-se no Centro Cultural Raiano (Idanha-a-Nova), de 10 a 13 de Junho de 2011, integrado no Festival da Paisagem, e as inscrições estarão em breve disponíveis através da ANIMUSIC (www.animusic-portugal.blogspot.com <http://www.animusic-portugal.blogspot.com/> , onde poderá ser também consultado o curso realizado em 2010, sob a etiqueta "arqueologia experimental") ou da Naturtejo (http://www.naturtejo.com/conteudos/pt/home.php <http://www.naturtejo.com/conteudos/pt/home.php> ), sendo esta a entidade que secretaria o curso. Organização/apoios: ANIMUSIC, Naturtejo, Unidade de Investigação em Música e Musicologia da Universidade de Évora e Câmara Municipal da Idanha-a-Nova.
OBJECTIVOS
- Esclarecer o público geral sobre os instrumentos pré-históricos, com aplicação prática (tambores e outros exemplos).
- Transmitir conhecimentos de arqueo-musicologia e consciencializar sobre a dimensão criativa, musical e metafísica (no sentido abstracto) dos seres humanos pré-históricos.
- Informação sobre o carácter científico das reconstituições e contextualização da arqueologia experimental (apresentação do argumento das cerâmicas sem fundo, hipóteses de utilização, técnicas pré-históricas de fabricação conhecidas, comparação com técnicas da era moderna, estado actual da investigação).
- Fomentação de actividades ao ar livre e de índole ecológica.
- Criatividade e expressividade artística.
PARTICIPANTES
- Crianças com acompanhamento de adultos (a partir dos 8 anos), jovens, adultos e idosos.
- Número limitado de participantes: mínimo 10, máximo 20 (número superior sujeito a aprovação por parte dos professores). Faculta-se uma lista para suplentes.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Arqueologia Experimental
Oficina de Introdução às Técnicas de Sobrevivência - fogo, arco e flecha
por Pedro Cura
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Arrábida Esventrada - Expresso

11 pedreiras corroem a Serra da Arrábida (Parque Natural da Arrábida) numa área equivalente a cerca de 300 campos de futebol (323 hectares, segundo o Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade). Boas notícias: a cota horizontal de exploração já não pode ser ampliada, à custa, contudo, de uma cota vertical ilimitada, na profundidade e no tempo, isto é, daqui a 100 anos o visitante da Arrábida pode descer de elevador até à Nova Zelândia... nem tudo é mau!!!
Artigo no Jornal Expresso de 4 de Setembro de 2010 - cilc aqui!!!
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
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